SÍNDROME METABÓLICA, HORMÔNIO DE CRESCIMENTO ( INFANTIL, JUVENIL E ADULTOS), OBESIDADE (CONTROLADA, DESCONTROLADA, INTRA-ABDOMINAL, INFANTIL, INTRA-VISCERAL, CENTRAL), GORDURA INTRA -ABDOMINAL

Foi avaliado, se os médicos deveriam substituir o índice de massa corporal (IMC), pelo da relação cintura-quadril (CQ), para avaliar os riscos cardiovasculares a que os obesos (sobrepeso, obesidade abdominal, obesidade central, obesidade visceral, síndrome metabólica, dificuldade de perder peso) estão sujeitos, mas que o índice de massa corporal (IMC) pode ser útil para avaliar outros riscos, tal como as complicações ortopédicas, que os obesos (sobrepeso, obesidade abdominal, obesidade central, obesidade visceral, síndrome metabólica, dificuldade de perder peso) podem sofrer.

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ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: DUAS ENDOCRINOPATIAS SÃO FREQUENTES EM GRÁVIDAS, O DIABETES GESTACIONAL E O HIPOTIREOIDISMO. E PARA EVITAR CONSEQUÊNCIAS AO RECÉM-NASCIDO DEVEM SER DIAGNOSTICADAS E TRATADAS O MAIS RÁPIDO POSSÍVEL.

O hipotireoidismo e o diabetes estacional são os distúrbios endócrinos mais comuns na gravidez, portanto, é muito importante que se faça o diagnóstico e a introdução da terapêutica o mais precoce possível, para se evitar comprometimento da gestação ou do feto ou de ambos. Se compararmos os recém-nascidos de mães com diabetes gestacional, verificaremos um aumento da hipoglicemia (baixa de açúcar no sangue)e hipocalcemia (cálcio baixo no sangue), uma menor circunferência da cabeça e podem ser também pequenos para a idade gestacional (PIG) ou grandes para a idade gestacional (GIG-macrossômico), do que os recém-nascidos de mães sem diabetes gestacional. Os recém-nascidos de mães com hipotireoidismo são mais frequentemente pequenos para a idade gestacional (PIG) do que grandes para a idade gestacional (GIG), embora também possa ocorrer recém-nascidos com esta última característica e eles têm um risco ligeiramente aumentado de hipoglicemia. Portanto, os recém-nascidos de mães com diabetes gestacional ou com hipotireoidismo têm um risco aumentado de ser PIG ou GIG, e desenvolver uma hipoglicemia ligeira e transitória. Recém-nascidos de mães com diabetes gestacional também podem desenvolver hipocalcemia e uma menor circunferência da cabeça do que os filhos de mães normais. Desta forma para impedir o nascimento de PIG ou GIG é muito importante o diagnóstico precoce e o início precoce do tratamento, e um controle metabólico importante destas condições periòdicamente.
AUTORES PROSPECTIVOS
Dr. João Santos Caio Jr.
Endocrinologia – Neuroendocrinologia
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Dra. Henriqueta V. Caio
Endocrinologia – Medicina Interna
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Como Saber Mais:
1.Antes da mulher engravidar é importante a execução de exames preventivos para se verificar problemas endócrinos…
http://deficienciahormonal.blogspot.com
2.Gestantes com diabetes gestacional e as hipotireoidianas precisam de controle periódico…
http://hipotireoidismosubclinico2.blogspot.com
3.A síndrome metabólica compromete o sistema cardiovascular…
http://metabolicasindrome.blogspot.com 
AUTORIZADO O USO DOS DIREITOS AUTORAIS COM CITAÇÃO
DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA.
Referências Bibliográficas:
M.Betti, G.Ceccatelli,F.Belcari,F.Moscuzza, A.Cuttano,M.Vuerich, A.Boldrini,P.GhirriDivisão de Neonatologia e Unidade de Terapia Intensiva Neonatal, Hospital S.Chiara, Universidade de Pisa, Pisa, Itália 02 de junho de 2010. (Doi: 10.3109/09513590.2010.487618). 
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ENDOCRINOLOGIA–NEUROENDOCRINOLOGIA: DIABETES-NA DISFUNÇÃO ERÉTIL EM HOMENS DIABÉTICOS, HÁ UM AUMENTO DO RISCO DE DOENÇAS CARDIOVASCULARES, DOENÇA CORONARIANA, E ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL (AVC).

Os homens diabéticos com disfunção erétil podem estar preocupados sobre o que não está acontecendo sob os lençóis, mas um novo estudo sugere que eles deveriam estar mais preocupados com os riscos de doença cardiovascular, doença coronariana e acidente vascular cerebral (AVC), sendo que, o risco de doença cardiovascular em quem tem disfunção erétil é 19% maior do que o indivíduo normal, o risco de doença coronariana é 35% maior e o acidente vascular cerebral é 36% maior.
Para a mesma quantidade de aterosclerose, a disfunção erétil pode preceder um evento cardiovascular.
“Embora os fatores de risco clássicos para doença cardiovascular, como, tabagismo, pressão arterial elevada, bom-colesterol (HDL) baixo, mal-colesterol (LDL) elevado e colesterol total elevado tiveram pouco impacto sobre a magnitude destes problemas, sendo que uma marcada atenuação foi evidente quando outras variáveis, tais como, doenças pré-existentes, medicação de uso contínuo e angústia, foram acrescentados “, segundo Dr. David Batty G (Conselho de Pesquisa Médica, na Escócia Glasgow) e colegas – edição de novembro de 2010 – Journal da American College of Cardiology “Contudo, o significado de níveis convencionais era tipicamente mantido”. 
Inicialmente, pensava-se que a as causas da disfunção erétil eram mais um resultado de fatores psicológicos ou neuropáticos, atualmente acredita-se que a etiologia da disfunção erétil é predominantemente vascular. 
Muitos dos fatores de risco para disfunção erétil são os mesmos para doenças cardiovasculares. Além disso, a disfunção erétil está associada a um risco aumentado na clínica, de complicações cardiovasculares.                                                                                                  
Foi feita uma avaliação da associação entre disfunção erétil e eventos clínicos cardiovasculares com um grupo de homens diabéticos tipo 2 com idades entre 55 e 88 anos. Após cinco anos de acompanhamento, os indivíduos com disfunção erétil no início da avaliação, responderam um questionário médico para avaliar a evolução, e o que se viu foi que aumentou muito o número de indivíduos com disfunção erétil, que apresentavam risco significativamente maior de problemas cardiovasculares com êxito letal ou não. Houve uma forte tendência do aumento de risco de mortalidade por qualquer causa. A doença arterial coronariana e o acidente vascular cerebral (AVC), também foram significativamente elevados entre os indivíduos que apresentavam disfunção erétil no início da avaliação.
Uma avaliação orientada para uma explicação para o possível aumento de risco de problemas cardiovasculares, coronarianos e acidente vascular cerebral (AVC), Batty e colegas salientam que o pênis é um órgão “amplamente vascularizado,”e que” as ereções são, em grande medida, eventos vasculares “. 
Além disso, as artérias do pênis são menores do que as coronárias e as artérias carótidas (ficam nas laterais do pescoço) com cerca de 1 a 2 mm para as artérias no pênis, comparado-se com 3 a 4 mm para as artérias coronárias e de 5 a 7 milímetros para as artérias carótidas. “Para a mesma quantidade de aterosclerose, a disfunção erétil pode preceder uma evento vascular similar no coração”. 
Conclui-se que, em vez de ter um efeito direto e independente na doença cardiovascular, é mais provável que a disfunção erétil seja um marcador de risco de doença cardiovascular. 
AUTORES PROSPECTIVOS
Dr. João Santos Caio Jr.
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1.A aterosclerose como ocorre em todo o organismo compromete a função erétil…
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2.É mais provável que a disfunção erétil seja um marcador de risco de doença cardiovascular…
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3.As ereções são, em grande medida, eventos vasculares…
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Dr. David Batty G (Conselho de Pesquisa Médica, na Escócia Glasgow) e colegas – edição de novembro de 2010 – Journal da American College of Cardiology. 
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ENDOCRINOLOGIA–NEUROENDOCRINOLOGIA: ESTUDOS RECENTES DEMONSTRAM QUE MAIORES DOSES DE VITAMINA D (25-HIDROXIVITAMINA D) ESTÃO VINCULADOS AO MENOR DESENVOLVIMENTO DE DIABETES NAS PESSOAS QUE APRESENTAM ALTO RISCO PARA DIABETES.

Altos níveis de vitamina D no sangue parecem estar associados com um risco reduzido do desenvolvimento de diabetes em pessoas com alto risco para a doença. A vitamina D pode desempenhar um papel no diabetes, melhorando a secreção de insulina e melhorando a sensibilidade à insulina. A maioria das evidências se concentra em um efeito favorável nas células beta do pâncreas. Para determinar a relação entre a vitamina D e o risco de incidência do diabetes, foram analisados dados do Programa de Prevenção de Diabetes, um ensaio comparando 3 grupos de modificação intensiva do estilo de vida ou utilizando metformina com placebo (substância inócua) para a prevenção do diabetes em pacientes com pré-diabetes. O tempo médio de seguimento de 2039 pessoas foi de 3 anos e 2 meses. Os níveis plasmáticos de vitamina D foram medidos em intervalos anuais, e os indivíduos foram avaliados para a incidência do diabetes. Para esta análise, os participantes de mudanças intensivas apenas no estilo de vida e grupos placebo do Programa de Prevenção do Diabetes foram considerados. Participantes com os níveis de vitamina D no terço mais alto (concentração média, 30,1 ng / mL) tiveram uma taxa de risco de 0,74 para o desenvolvimento de diabetes, em comparação com aqueles com níveis de vitamina D no terço inferior (concentração média, 12,8 ng / mL). As descobertas também sugerem um efeito dose-dependente, para os níveis de vitamina D, a taxa de risco para incidência de diabetes foi menor 0,46, nas pessoas com maiores níveis de vitamina D (50 ng / mL ou superior) , em comparação com aqueles com os níveis mais baixos (abaixo de 12 ng / mL). Em uma análise de subgrupo por tercis de vitamina D, a associação foi similar no grupo placebo com 0,72, e o grupo de estilo de vida com 0,80. Este estudo oferece várias vantagens metodológicas sobre os estudos anteriores. A vitamina D foi avaliada várias vezes durante o acompanhamento, não apenas uma vez na linha de base, que pode não refletir a longo prazo os benefícios da vitamina D. Este estudo inclui também uma grande população clinicamente relevante de alto risco para a incidência do diabetes, com uma proporção substancial de participantes não brancos, o que melhora a validade dos resultados. No entanto, este é um estudo observacional e, portanto, ainda não poderia ser tido como certo. Seria prematuro recomendar a vitamina D especificamente para prevenção do diabetes. Este estudo prospectivo confirma que existe uma associação entre os níveis de vitamina D e o risco de incidência do diabetes, mesmo quando corrigido para o peso corporal, sem qualquer limiar absoluto de níveis séricos de 25-hidroxivitamina D. As implicações deste estudo referem-se à importância de realizar um teste randomizado controlado por placebo de vitamina D para a prevenção do diabetes tipo 2 naqueles com alto risco de incidência. Nesse ínterim, os médicos devem, pelo menos se concentrar em manter os níveis de vitamina D em indivíduos com alto risco de incidência do diabetes em torno de 20 ng / mL.
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1. Altos níveis de vitamina D no sangue parecem estar associados com um risco reduzido do desenvolvimento de diabetes em pessoas com alto risco para a doença… 
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2. A maioria das evidências se concentra em um efeito favorável nas células beta do pâncreas… 
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3. Este estudo inclui também uma grande população clinicamente relevante de alto risco para a incidência do diabetes, com uma proporção substancial de participantes não brancos, o que melhora a validade dos resultados… 
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Referências Bibliográficas:
Anastassios G. Pittas, MD, da divisão de endocrinologia, diabetes e metabolismo na Tufts New England Medical Center, em Boston, Massachusetts, e colegas; Clifford Rosen comentador independente, MD, do Jackson Laboratory, em Bar Harbor, Maine; American Diabetes Association (ADA) 71 Sessões Científicas: Resumo 0117-OR. Apresentado 25 de junho de 2011.
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ENDOCRINOLOGIA–NEUROENDOCRINOLOGIA–NUTRIÇÃO: SÍNDROME PRÉ-MENSTRUAL, TPM – TENSÃO PRÉ MENSTRUAL, É UMA SINDROME COMPLEXA, ESTA ACOMPANHADA DE DIVERSOS SINTOMAS, INCLUINDO DEFICIENCIA DE VARIOS COMPLEXOS VITAMINICOS, COMO POR EXEMPLO O COMPLEXO B, MAS DEVEMOS TAMBÉM OBSERVARMOS QUE OS HORMONIOS SEXUAIS INTERFEREM.

Esta sindrome é pouco conhecida, uma grande maioria das mulheres apresentam pelo menos um sintoma e em torno de 16 %, apresentam sintomas graves da TPM, dificultando suas atividades diarias com aparecimento de dores no baixo ventre, muitas vezes dificultando até o exercicio profissional. A síndrome pré-menstrual (TPM) afeta uma em cada cinco mulheres. Os sintomas aparecem na semana que antecede a menstruação, cessando nos primeiros dias após o início desta. Os sintomas mais comuns são: ansiedade, depressão, irritabilidade, dor abdominal, fadiga e inchaço. A causa pode estar relacionada com as alterações hormonais. Um estudo realizado com mulheres mostra que fazer uma dieta rica em alimentos fontes de vitaminas do complexo B tem menos risco de síndrome pré-menstrual (TPM). As mulheres que comem com freqüência alimentos como espinafre e cereais enriquecidos com vitaminas B têm um risco menor de 25% de apresentar a TPM – tensão pré menstrual. É importante que as mulheres que apresentam com freqüência estes sintomas avaliem a qualidade da alimentação certificando-se de que está consumindo razoavelmente a quantidade ideal de alimentos ricos em tiamina e riboflavina do complexo B. É relativamente fácil de encontrar nos alimentos estas vitaminas (B1-tiamina e B2- riboflavina). A vitamina B1 está nos cereais fortificados, feijões secos, carne vermelha. Já a vitamina B2 encontramos nos ovos, leites, agrião, rúcula, sardinha, fígado. O ideal é ter o hábito de consumir uma alimentação equilibrada e saudável, com variedade de frutas e legumes, vegetais folhosos, consumo de alimentos integrais, porque desta forma, a mulher vai receber uma quantidade suficiente destes nutrientes, assim como as outras vitaminas e minerais que o organismo precisa para manter as funções básicas. Neste período é comum a retenção hídrica, inchaços, portanto fiquem longe dos produtos industrializados, ou melhor, escolha os alimentos com menos percentual de sódio. As grandes concentrações de sódio estão nos temperos prontos, sopas industrializadas, molhos, refrigerantes. Outro cuidado fora a alimentação é a atividade física. A mulher precisa se exercitar regularmente para amenizar o estresse.
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Como Saber Mais:
1. Quais são os alimentos que colaboram para a retenção hídrica…
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2. Dieta rica em alimentos fontes de vitaminas do complexo B tem menos risco de síndrome pré-menstrual (TPM)…
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3. A vitamina B1 está nos cereais fortificados, feijões secos, carne vermelha…
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Referências Bibliográficas:
BATTEN, L. A.; Alimentos ricos em vitaminas do complexo b estão associados a menores riscos de TPM. American Journal Clinical of Nutrition 2011. 
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ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA – NUTRIÇÃO: UMA DIETA RICA EM AZEITE DE OLIVA PODE REDUZIR O RISCO DE ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL EM IDOSOS, ESTUDOS REALIZADOS COM IDOSOS QUE TEM O HÁBITO DE INTRODUZIR O AZEITE DE OLIVA EXTRA VIRGEM NA ALIMENTAÇÃO DIÁRIA ESTÁ ASSOCIADO A UMA MENOR INCIDÊNCIA DE DESENVOLVER ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL (AVC), UM DOS PRINCIPAIS INGREDIENTES DA DIETA DO MEDITERÂNEO, QUE APRESENTA RELAÇÃO INVERSA COM A DOENÇA ATEROSCLERÓTICA.

O azeite de oliva é um dos principais ingredientes da Dieta do Mediterâneo, que apresenta relação inversa com a doença aterosclerótica. O efeito cardioprotetor dessa dieta tem sido atribuído em grande parte, à formulação exclusiva do azeite de oliva virgem. O alto teor de ácidos graxos monoinsaturados e de compostos fenólicos, especialmente oleuropeína e o hidroxitirosol, está relacionado a ações antiaterogênicas, como redução dos níveis de colesterol no sangue, redução da agregação plaquetária e diminuição da expressão de moléculas de adesão. Não existe grande variação no teor de ácidos graxos monoinsaturados no que se refere à qualidade de azeite, contudo a maior concentração de compostos fenólicos está no azeite extra virgem, obtido a partir de todo o fruto por meio da primeira prensa física a frio.
Estudos realizados com idosos que tem o hábito de introduzir o azeite de oliva extra virgem na alimentação diária está associado a uma menor incidência de desenvolver acidente vascular cerebral (AVC) ao longo de aproximadamente os próximos 5 anos. Este estudo foi realizado pela universidade de Bordeaux e pelo National Institute of Health and Medical Research (INSERM), com 7625 idosos de 65 anos ou mais na França. Para chegar a esta conclusão foi considerado outros fatores de risco para o AVC, como a alimentação, prática de atividades físicas e índice de massa corpórea. Neste estudo concluíram que aqueles que usaram regularmente o azeite de oliva para cozinhar e temperar teve 41% menos chances de ter AVC, quando comparados a aqueles que nunca usavam o azeite. A alta prevalência de acidente vascular cerebral em indivíduos mais velhos enfatiza a necessidade de prevenção primária e secundária nessa faixa etária. Estudos mostram que os idosos que consomem freqüentemente quantidades moderadas a intensa de azeite são mais jovens que os que não utilizam. Também têm valores mais baixos ou freqüências para vários fatores de risco de AVC, IMC (índice de massa corporal) mais próximo da eutrofia ou eutrofia, valor adequado de triglicérides total. Geralmente esses grupos de pessoas se exercitam regularmente e comem com freqüência peixes, frutas e legumes do que os não usuários. Uma alimentação saudável aliada com a prática de atividade física está relacionada com uma melhora na qualidade de vida, prevenção da obesidade visceral, central, diabetes mellitus, hipertensão e outras doenças. 
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Como Saber Mais:
1.O azeite de oliva protege o coração…    
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2.Qual a quantidade de azeite que precisa ingerir no dia a dia… 
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3.Quais alimentos deve incluir na alimentação para diminuir os níveis de colesterol total…
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Referências Bibliográficas:
C. Samieri, C. Feart, C. Proust-Lima, E. Peuchant, C. Tzourio, C. Stapf, C. Berr, Barberger-Gateau, Olive oil consumption, plasma oleic acid, and stroke incidence: The Three-City Study Neurology June 15, 2011 WNL.0b013e318220abeb; published ahead of print June 15, 2011.
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