ENDOCRINOLOGIA E NEUROENDOCRINOLOGIA; COMPROMETIMENTO ENDÓCRINO DO ESTRESS (STRESS) EM HUMANOS.

agende-consulta-atualizadaO ESTRESSE É UM ESTADO DE HOMEOSTASE (FISIOLOGIA NORMAL) AMEAÇA CAUSADA POR FORÇAS ADVERSAS INTRÍNSECAS OU EXTRÍNSECAS (ESTRESSORES) E SÃO NEUTRALIZADAS POR UM INTRINCADO REPERTÓRIO DE RESPOSTAS FISIOLÓGICAS E COMPORTAMENTAIS COM O OBJETIVO DE MANTER / RESTABELECER O EQUILÍBRIO CORPORAL ÓTIMO (EUSTASIS). A RESPOSTA ADAPTATIVA AO ESTRESSE DEPENDE DE UMA INFRAESTRUTURA NEUROENDÓCRINA, CELULAR E MOLECULAR ALTAMENTE INTERLIGADA, O SISTEMA DE ESTRESSE. FISIOLOGIA–ENDOCRINOLOGIA–NEUROCIÊNCIA-ENDÓCRINA (NEUROENDOCRINOLOGIA)–GENÉTICA–ENDÓCRINO-PEDIATRIA (SUBDIVISÃO DA ENDOCRINOLOGIA): DR. JOÃO SANTOS CAIO JR. ET DRA. HENRIQUETA VERLANGIERI CAIO. 

A

Os principais componentes do sistema de estresse são o eixo hipotalâmico-hipofisário-adrenal (HPA) e o sistema nervoso autônomo (SNA), que interagem com outros centros vitais do sistema nervoso central (SNC) e tecidos / órgãos da periferia para mobilizar resposta adaptativa bem-sucedida contra o estressor imposto (s).  

B

A desregulação do sistema de estresse (hiper ou hipo-ativação) em associação com o estresse potente e/ou crônico pode afetar a homeostase (FISIOLOGIA NORMAL) corporal levando a um estado de cacostase (Cacostase significa que teremos alterações em vários hormônios como forma de direcionar a agressão do stress levando ao comprometimento orgânico das doenças ou disfunções relacionadas ao fato) ou alostase  uma reação algostática pode se transformar em carga algostática (quando uma pessoa ou animal é submetido a estresse repetido, não aliviado ou continuo). 

D

Isso não significa um mau funcionamento. Porém uma reação ao estresse mesmo bem ajustada, quando acionada por muito tempo e repetidas vezes pode ser danosa. Portanto, estresse crônico pode causar doenças, porque força o coração, compromete a eficiência do sistema imunológico e pode desencadear processos que levem a outras doenças, como por exemplo, o diabete), com um espectro de manifestações clínicas. 

C 

Este capítulo descreve a organização e a fisiologia do sistema de estresse, enfocando suas interações com outros centros e eixos endócrinos do SNC, e revisa as evidências existentes que vinculam o estresse aos mecanismos fisiopatológicos envolvidos no desenvolvimento de doenças relacionadas ao estresse que afetam o sistema endócrino, metabólico e gastrointestinal e sistemas imunológicos.

e

Alostase é uma reação natural de luta ou fuga diante de uma ameaça, ou seja, é a maneira do corpo lidar com o perigo. No entanto, esse processo pode ser alterado quando o organismo está exposto a uma situação continua de estresse, fazendo com que a reação a ele se volte contra o próprio organismo, essa é chamada de Carga Algostática.

f

Um exemplo muito claro, quando há 50 mil anos atrás ainda não éramos o topo da cadeia alimentar, nossos ancestrais estavam em permanente estado de carga algostática devido ter que se preparar sempre e estar perto de uma árvore para fugirem dos predadores. Outro exemplo; Na Europa Oriental, Reino Unido e na Rússia, foram observadas as reações dos indivíduos que pertenciam a determinadas camadas sociais, diante das mudanças políticas e organizacionais do seu contexto social e constatou-se que quando colocados diante de agentes estressores contínuos, os grupos ameaçados apresentavam várias manifestações orgânicas negativas, tais como: pressão sanguínea alta, aumento no índice da massa corpórea, insônia, colesterol e incidência de acidentes vasculares cerebrais.

g

A vida e a saúde ficam comprometidas quando submetidas a um estado de instabilidade. A função primeira do sistema imunológico é a preparação para lidar com ferimentos, porém vai se desgastando quando solicitado continuamente. 

h

Em alguns indivíduos com incapacidade de adaptação, a reação inadequada ao estresse pode se manter ativa, mesmo quando uma situação deixa de ser desconhecida ou desafiadora, ou seja, mesmo em uma situação trivial, o esquema orgânico natural de luta ou fuga continua em ação. Esses indivíduos, podem permanecer expondo os efeitos do estresse diário diante de eventos que outras pessoas não considerariam estressantes.

i

Existem casos em que mesmo após fim do evento estressante, o organismo continua a recriar uma reação alostática. Doenças associadas à superprodução de hidrocortisona: Síndrome de Cushing; Depressão melancólica; Diabetes; Privação de sono; Anorexia nervosa; Exercício excessivo; Transtorno obsessivo-compulsivo; Síndrome do pânico; Alcoolismo ativo crônico; Abuso físico e sexual na infância; Doença gastrintestinal funcional, Hipertireoidismo.

BEIJO

Doenças associadas a subprodução de hidrocortisona: Depressão atípica sazonal; Síndrome de fadiga crônica; Fibromialgia; Hipotireoidismo; Abstinência de nicotina; Artrite reumatoide; alergias e asma.

j

Portanto nosso estilo de vida pode comprometer de forma importante situações que nos levam a doenças por mais sutis que possam parecer para nós.

Dr. João Santos Caio Jr.

Endocrinologia – Neurocientista-Endócrino

CRM 20611

 

Dra. Henriqueta V. Caio

Endocrinologista – Medicina Interna

CRM 28930

COMO SABER MAIS:
1. O estômago de uma pessoa adulta, quando não ocupado, tem um volume de cerca de 80 mililitros…
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2.A dilatação do estômago à medida que se toma uma refeição é determinada pela ação de duas proteínas. Os cientistas que as identificaram admitem que a descoberta possa ser útil no tratamento da obesidade, sobrepeso, obesidade visceral, abdominal ou central…
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3.Em um futuro não distante, poderá haver medicamentos que inibam a capacidade que o estômago tem de se dilatar à medida que vai recebendo alimentos. Estas proteínas foram batizadas de P2y1 e P2y11 
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Referências Bibliográficas
https://europepmc.org/articles/pmc2862789 
https://quizlet.com/…/health-psych-week-3-chapters-6-10-11-flas
https://www.mayoclinic.org/healthy…/stress…/stress/art-20046037
www.youngdiggers.com.au/fight-or-flight

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A DEFICIÊNCIA DE VITAMINA D3 (1,25 HIDROXI-2-VIT.D3), TEM DIVERSAS FUNÇÕES EM NOSSO ORGANISMO DESDE A FASE NEONATAL, JUVENIL, ADOLESCENTE ATÉ A FASE ADULTA.

agende-consulta-atualizadaA FONTE ALTERNATIVA , ALÉM DO SOL, A DIETA DEVERIA SER O FATOR COMPENSADOR OU NEUTRALIZADOR DA VITAMINA D. MAS OS ADULTOS INTERNADOS OU SUJEITOS A POUCA EXPOSIÇÃO AO SOL, ALÉM DAS CRIANÇAS, INFANTIL, JUVENIL E ADOLESCENTES, QUE VIVEM EM REGIÕES SETENTRIONAIS OU SE PROTEGEM DO SOL DEVIDO A UMA SÉRIE DE PROBLEMAS CAUSADOS PELO SOL, OBTÊM SUA FONTE REPOSITIVA ATRAVÉS DE UTILIZAÇÃO DE VITAMINA D DE FORMA EXÓGENA OU EXTERNA, E QUAIS SÃO AS CONSEQUÊNCIAS QUE SE OBSERVA NA PRATICA? FISIOLOGIA–ENDOCRINOLOGIA–NEUROCIÊNCIA-ENDÓCRINA (NEUROENDOCRINOLOGIA) – GENÉTICA–ENDÓCRINO-PEDIATRIA (SUBDIVISÃO DA ENDOCRINOLOGIA): DR. JOÃO SANTOS CAIO JR. ET DRA. HENRIQUETA VERLANGIERI CAIO.

O resultado mesmo através de reposição de dieta, que é muito variável, tem se tornado em uma deficiência generalizada para a maioria das pessoas, e como sua importância é vital para grande parte da população, a reposição torna-se um grande problema para o endocrinologista, principalmente em se considerando a formação do osso, incluindo o crescimento estatural para crescimento infantil, juvenil, adolescente, e adultos, incluindo idosos que é muito frequente apresentar deficit dessa substância como um todo.

1

Insuficiência ou deficiência de vitamina D mostrou-se pandêmica e associada a numerosas doenças inflamatórias e malignas crônicas e até mesmo com risco aumentado de mortalidade. Vários estudos demonstraram que uma alta porcentagem de crianças e adolescentes com doenças reumáticas estão comprometidas.

2

Os glicocorticoides usados ​​para tratar doenças podem ter um efeito regulador no metabolismo da vitamina D, o que pode agravar adicionalmente a renovação óssea na (DR)- doenças reumáticas. Um século após a sua descoberta e três prêmios Nobel concedidos por descobertas neste tópico, temos evidências claras de que a chamada vitamina D é, na verdade, um hormônio esteroide pleiotrópico similar a outros hormônios esteroides. 

3

Infelizmente, a sua classificação primária nas vitaminas ainda influência profundamente a nossa percepção profissional sobre a função biológica do 1,25 (OH) 2D e o impacto na ocorrência e no resultado de algumas doenças reumáticas. É necessário distinguir o colecalciferol (comumente chamado de vitamina D), um composto precursor nutricional, da forma hormonal 1,25 (OH) 2D-vitamina D. Esta forma hormonal é sintetizada após um complexo processo bioquímico regulado pelo sistema endócrino. 

4

Este hormônio 1,25 (OH) 2D D tem seu próprio controle endócrino, parácrina (que abrange algumas células ao redor das células secretoras e abrange suas células vizinhas) e autócrinas (células que são produzidas apenas nas próprias células). Como o hormônio é definido como uma substância química produzida em uma parte do corpo que estimula a atividade funcional em outra parte, fica claro que o que chamamos de vitamina D não preenche os critérios de definição de vitamina, mas sim os de hormônio.

5

Ao prescrever medicação para o tratamento de doenças reumáticas, a maioria dos reumatologistas pediátricos não recomenda as vitaminas como obrigatórias, incluindo a vitamina D. No entanto, estudos científicos mais recentes podem em breve mudar essa abordagem. Além da regulação da homeostase (equilíbrio corporal normal) do cálcio e renovação óssea, o hormônio D tem propriedades antiproliferativas, pró-diferenciação, antibacterianas, imunomoduladoras e anti-inflamatórias no organismo em várias células e tecidos. 

6

Esses efeitos só podem ser alcançados se o próprio hormônio D (1,25 (OH) 2D) ou seu agonista estiver ligado ao receptor de vitamina D (VDR). A descoberta de que os agonistas do receptor da vitamina D possuem propriedades imunomoduladoras e antitumorais levou a pesquisas a investigar a possibilidade de que esses agonistas possam ser usados ​​como um agente terapêutico para diferentes doenças autoimunes e malignas.

7

Embora a deficiência de vitamina D seja um problema global com amplo espectro de consequências graves para a saúde pública, o estado inadequado de vitamina D ainda permanece como uma das condições médicas mais comuns e não tratadas. As doenças da tireoide, incluindo o hipotireoidismo, também representam as endocrinopatias mais frequentes na população em geral, e a 1,25 hidroxi-vitamina D está intimamente ligada a essa condição endocrinológica.

8

O principal objetivo no tratamento de miopatias inflamatórias autoimunes (IMs) é recuperar a função muscular. A presença de infiltrados de células inflamatórias / imunológicas nos tecidos musculares representa a característica comum dos diferentes subtipos de MI (moléstias inflamatórias), embora a correlação entre a extensão do dano muscular e o grau de inflamação esteja frequentemente ausente.

9

Os tratamentos para os MI (moléstias inflamatórias), baseiam-se na terapia imunossupressora ao longo da vida, com os efeitos adversos bem conhecidos; a recuperação é incompleta para muitos pacientes. Terapias mais eficazes, com efeitos colaterais reduzidos, são altamente desejáveis. Os agonistas do receptor de vitamina D (VDR) emergem para reter as propriedades anti-inflamatórias pleiotrópicas (a pleiotropia descreve o efeito genético de um único gene em múltiplas características fenotípicas.

10

O mecanismo subjacente são genes que codificam um produto que é usado por várias células ou que possui uma função de sinalização (curso) em cascata que afeta vários alvos), pois regulam a imunidade inata e adaptativa ao mudar a resposta imune do tipo T helper 1 (Th1) pró-inflamatório para a dominância do tipo T helper 2 (Th2)(a diferenciação de células T em relação às células T helper 1 (Th1) versus T helper 2 (Th2) desempenha um papel fundamental em doenças inflamatórias, incluindo respostas imunes alérgicas. 

11

Doenças alérgicas atópicas, como asma alérgica, rinite alérgica ou conjuntivite alérgica, são caracterizadas por uma dominância de células Th2, enquanto as reações alérgicas de contato dependem da resposta imune do tipo 1). Em células do músculo esquelético, ligando menos hipercalcêmicos do VDR têm como alvo poderosos mediadores da inflamação, como TNFα (alfa) e TNFα (o papel principal do TNF está na regulação das células imunes . O TNF O papel principal do TNF está na regulação das células imunes . O TNF, sendo um pirogénio endógeno, é capaz de induzir febre, morte celular apoptóticacaquexia, inflamação e inibir a tumorigénese e a replicação viral e responder a sépsis através de células produtoras de IL1 e IL6 .-, sendo um pirogénio endógeno, é capaz de induzir febre, morte celular apoptóticacaquexia, inflamação e inibir a tumorigénese e a replicação viral e responder a sépsis através de células produtoras de IL1 e IL6

vitamina d3

O TNF, sendo um pirogénio endógeno, é capaz de induzir febre, morte celular apoptótica , caquexia , inflamação e inibir a tumorigénese e a replicação viral e responder a sépsis através de células produtoras de IL1 e IL6), sem afetar a viabilidade de células musculares ou imunológicas, retendo a potencialidade de contrabalançar a hiper-reatividade impulsionada por Th1 estabelecida pela alça inflamatória autoimune entre imunológico e esquelético ; células musculares. Esta revisão resume as características dos agonistas do receptor de vitamina D (VDR) de VDR como candidatos no tratamento futuro de mensagens instantâneas.

12

Os agonistas do receptor de vitamina D (VDR) são bem conhecidos pela sua capacidade de controlar o metabolismo do cálcio e do osso e de regular o crescimento e a diferenciação de muitos tipos de células. Mais recentemente, ficou claro que os agonistas de VDR possuem propriedades imunorreguladoras e, em particular, atividades protolerogênicas pronunciadas. Esses agentes têm se mostrado eficazes em vários modelos de doenças autoimunes e são os agentes tópicos mais utilizados no tratamento da psoríase, doença autoimune da pele mediada por células Th1 e Th17, indicando sua potencial aplicabilidade no tratamento de uma variedade de doenças auto-imunes. Os agonistas (facilitadores) do receptor de vitamina D (VDR) podem atuar diretamente nas células T, mas as células dendríticas (DCs) parecem ser seus alvos primários. 

13

Uma atividade potencialmente muito importante dos agonistas do receptor de vitamina D (VDR) estas de VDR é a sua capacidade de induzir células dendríticas ramificações neurais que ligam os neurônios entre si) – (DCs)  tolerogênicas in vitro e in vivo capazes de aumentar as células T (linfócitos celulas de defesa) supressoras CD4 (+) CD25 (+) que, por sua vez, inibem as respostas das células T (linfócitos células de defesa) efetoras (As células CD4 (+) CD25 (+) supressoras (bloqueia) células T (linfócitos células de defesa)  (TS) desempenham um papel crítico na manutenção da tolerância periférica. 

14

Pesquisas examinadas aqui respostas proliferativas e funcionais, bem como a expressão gênica diferencial em células T (linfócitos células de defesa) (S) (supressão). Pesquisas descobriram que as supressoras (bloqueia) células T (linfócitos células de defesa)  (TS) eram hiporresponsivas a estímulos antigênicos in vivo e incapazes de fluxo de Ca (2+) no acoplamento do receptor de células T (linfócitos células de defesa) (TCR)). 

15

Dados recentes mostram agora que os agonistas (facilitadores) do receptor de vitamina D (VDR) modulam seletivamente propriedades tolerogênicas em DCs mieloides, mas não plasmocitóides, dando nova luz sobre as propriedades imunorreguladoras multifacetadas desses agentes. O fato é que a importância da vitamina D (1,25 hidroxi-vitamina D3) é de significativa importância ao ser humano em varias áreas do organismo, não se trata apenas de uma simples vitamina D comum, mas um hormônio muito complexo com vasta interferência em uma dezena de mecanismo metabólico essencial a vida.

Dr. João Santos Caio Jr.

Endocrinologia – Neurocientista-Endócrino

CRM 20611

 Dra. Henriqueta V. Caio

Endocrinologista – Medicina Interna

CRM 28930

 

COMO SABER MAIS:
1. Uma nova meta-análise (análise de dados com o resultado de dados de vários estudos) intensiva examinou a redução da pressão arterial em diabéticos e encontrou uma clara redução dos casos de risco de ocorrência de infarto do miocárdio um tempo após a manutenção da pressão arterial mais baixa…
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Descobertas recentes, nomeadamente hormônios leptina e adiponectina, revisa a noção de que os adipócitos são simplesmente um depósito de armazenamento de energia do corpo. Em vez disso, os adipócitos são também órgãos endócrinos, com várias funções metabólicas na regulação da fisiologia de todo o organismo…
https://crescersim.wordpress.com/

Após 24 meses, a densidade mineral óssea (DMO) da coluna lombar aumentou significativamente nos pacientes tratados com o hormônio de crescimento (HGH) do que naqueles que receberam a substância inócua…
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Referências Bibliográficas
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC4446840/
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC4516990/
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC2879391/
https://www.healthline.com/health/25-hydroxy-vitamin-d-test

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CRESCIMENTO ESTATURAL INFANTIL, E COMPROMETIDO PELA ASMA OU BRONQUITE? A ASMA É A CONDIÇÃO CRÔNICA MAIS COMUM EM CRIANÇAS EM TODO O MUNDO.

AFETA ATIVIDADES DIURNAS, SONO E FREQÜÊNCIA ESCOLAR E CAUSA ANSIEDADE AOS PAIS, FAMILIARES E OUTROS CUIDADORES. A QUALIDADE DO DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO DA ASMA EM TODO O MUNDO AINDA PRECISA DE MELHORIAS SUBSTANCIAIS.DESDE A INFÂNCIA ATÉ A ADOLESCÊagende-consulta-atualizadaNCIA, HÁ DESAFIOS ESPECÍFICOS POR IDADE, INCLUINDO SUB-DIAGNÓSTICO E SOBRE DIAGNÓSTICO COM BARREIRAS RELACIONADAS AO ESTIGMA PARA O TRATAMENTO EM ALGUMAS CULTURAS E EM ADOLESCENTES.

MAS ASSIM COMO QUALQUER DOENÇA QUE COMPROMETE O SONO, PROVOCA STRESS, PROCESSOS INFLAMATÓRIOS, TEM CONSEQUÊNCIAS SÉRIAS. FISIOLOGIA–ENDOCRINOLOGIA–NEUROCIÊNCIA-ENDÓCRINA (NEUROENDOCRINOLOGIA) – GENÉTICA–ENDÓCRINO-PEDIATRIA (SUBDIVISÃO DA ENDOCRINOLOGIA): DR. JOÃO SANTOS CAIO JR. ET DRA. HENRIQUETA VERLANGIERI CAIO.

As diretrizes são cada vez mais baseadas em evidências, mas seu impacto na melhoria dos resultados tem sido insignificante em muitas partes do mundo, muitas vezes devido à falta de implementação. 

1

Novo pensamento é necessário para permitir melhorias substanciais nos resultados. Justamente pela constelação de equívocos e sintomas muito desagradáveis um dos fatores colaterais, é a propensão de deficiência do crescimento com baixa estatura infantil, juvenil, adolescente e inclusive jovens adultos.

2

De acordo com alguns relatos a sensação é a mesma que “respirar com um canudinho”, é angustiante. A doença varia globalmente e os planos precisarão diferir para países ou lugares específicos onde as barreiras específicas da região impedem o atendimento ideal. Uma ampla seleção de atividades educacionais é necessária, incluindo iniciativas voltadas para a comunidade, para envolver as famílias. O Plano de Projeto de Asma foi iniciado para fortalecer o diagnóstico e o manejo da asma. 

3

Isso engloba uma visão para os próximos 10 a 15 anos, com base no conhecimento e na experiência de projetos educacionais anteriores. Levará em conta as necessidades educacionais dos pacientes, cuidadores e profissionais de saúde, bem como a acessibilidade inclusive aos medicamentos, especialmente em países de baixa e média renda, onde a prevalência de asma está aumentando mais rapidamente. A palavra “asma” tem sido usada em crianças e adultos há séculos. 

4

Há quase 50 anos, pouco antes de os corticosteroides inalatórios (SCI) serem desenvolvidos, foi-nos dito que todas as sibilâncias recorrentes em crianças adaptadas à asma e bronquite com chiado na faixa etária pré-escolar não existiam como entidade clínica separada. Acreditava-se que a fisiopatologia da asma em todas as idades dos pacientes envolvia principalmente hipertrofia do músculo liso brônquico com espasmo de músculo liso intermitente.

5

Com maior conhecimento dos mecanismos imunes subjacentes, ’asma’ foi gradualmente usada como um termo para uma condição inflamatória.

6

Entretanto, a utilização de corticoides e antinflamatórios inapropriados teve como consequência uma situação bastante comum em endocrinologia e neuroendocrinologia, ou seja, tanto os corticoides “pseudo” naturais, como os sintéticos e antinflamatórios inapropriados, são fatores absolutamente antagônicos ao crescimento da altura longitudinal e linear em crianças infantis, juvenis, adolescentes, fazendo do futuro adulto um indivíduo psicologicamente comprometido devido sua baixa estatura definitiva.

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grelina

Entretanto, apesar de existir outros medicamentos sem esses efeitos, muitas vezes os pediatras não possuem muitas saúdes, e com certeza irá tentar de todos os métodos terapêuticos para evitar essa doença desastrosa na fase de desenvolvimento e maturação.

7

A asma deve ser considerada uma doença com amplo espectro clínico, não fazendo suposições sobre a patologia subjacente. A doença das vias aéreas deve ser desconstruída em componentes de obstruções fixas e variáveis, inflamação (presença e tipo) e infecção. O contexto deve ser considerado, incluindo comorbidades como obesidade, questões sociais e ambientais. Estes últimos incluem adesão e exposição a alérgenos e poluentes, com ênfase na identificação do que é tratável. Entretanto, justamente esses fatores questionáveis é que levam a situações mais complexas.

8

Uma infinidade de diretrizes de manejo da asma foi publicada, mas os profissionais de saúde raramente as seguem, com poucas mudanças no uso observadas ao longo do tempo.  É improvável que qualquer diretriz possa ser aplicada globalmente e novas ideias, em vez de novas diretrizes necessárias para melhorar o diagnóstico e o gerenciamento.

Dr. João Santos Caio Jr.

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Como Saber Mais: 

1.Sejam da Organização Mundial de Saúde (OMS) – ONU, ou os gráficos de Tanner, métodos de Peyle e Greülich não superam as idades regulares de 19 anos? http://crescermais2.blogspot.com

2.Crianças e adolescentes terão vantagens em se tratar com hormônio de crescimento mesmo que tenham doses normais? http://crescimentojuvenil.blogspot.com

3.Os Hormônios tireoidianos fazem diferença quanto ao crescimento estatural?http://hipotireoidismosubclinico2.blogspot.com

AUTORIZADO O USO DOS DIREITOS AUTORAIS COM CITAÇÃO DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA.

Referências Bibliográficas                            news.bbc.co.uk/2/hi/health/background_briefings/…/233287.stmbooksite.elsevier.com/samplechapters/…/9780323065801.pdfwww.netce.com/coursecontent.php?courseid=1257https://europepmc.org/articles/pmc1746950/pdf/v059p00120.pdf – 

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SÍNDROME METABÓLICA, HORMÔNIO DE CRESCIMENTO ( INFANTIL, JUVENIL E ADULTOS), OBESIDADE (CONTROLADA, DESCONTROLADA, INTRA-ABDOMINAL, INFANTIL, INTRA-VISCERAL, CENTRAL), GORDURA INTRA -ABDOMINAL

Foi avaliado, se os médicos deveriam substituir o índice de massa corporal (IMC), pelo da relação cintura-quadril (CQ), para avaliar os riscos cardiovasculares a que os obesos (sobrepeso, obesidade abdominal, obesidade central, obesidade visceral, síndrome metabólica, dificuldade de perder peso) estão sujeitos, mas que o índice de massa corporal (IMC) pode ser útil para avaliar outros riscos, tal como as complicações ortopédicas, que os obesos (sobrepeso, obesidade abdominal, obesidade central, obesidade visceral, síndrome metabólica, dificuldade de perder peso) podem sofrer.

CLINICA VAN DER HÄÄGEN

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ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: DUAS ENDOCRINOPATIAS SÃO FREQUENTES EM GRÁVIDAS, O DIABETES GESTACIONAL E O HIPOTIREOIDISMO. E PARA EVITAR CONSEQUÊNCIAS AO RECÉM-NASCIDO DEVEM SER DIAGNOSTICADAS E TRATADAS O MAIS RÁPIDO POSSÍVEL.

O hipotireoidismo e o diabetes estacional são os distúrbios endócrinos mais comuns na gravidez, portanto, é muito importante que se faça o diagnóstico e a introdução da terapêutica o mais precoce possível, para se evitar comprometimento da gestação ou do feto ou de ambos. Se compararmos os recém-nascidos de mães com diabetes gestacional, verificaremos um aumento da hipoglicemia (baixa de açúcar no sangue)e hipocalcemia (cálcio baixo no sangue), uma menor circunferência da cabeça e podem ser também pequenos para a idade gestacional (PIG) ou grandes para a idade gestacional (GIG-macrossômico), do que os recém-nascidos de mães sem diabetes gestacional. Os recém-nascidos de mães com hipotireoidismo são mais frequentemente pequenos para a idade gestacional (PIG) do que grandes para a idade gestacional (GIG), embora também possa ocorrer recém-nascidos com esta última característica e eles têm um risco ligeiramente aumentado de hipoglicemia. Portanto, os recém-nascidos de mães com diabetes gestacional ou com hipotireoidismo têm um risco aumentado de ser PIG ou GIG, e desenvolver uma hipoglicemia ligeira e transitória. Recém-nascidos de mães com diabetes gestacional também podem desenvolver hipocalcemia e uma menor circunferência da cabeça do que os filhos de mães normais. Desta forma para impedir o nascimento de PIG ou GIG é muito importante o diagnóstico precoce e o início precoce do tratamento, e um controle metabólico importante destas condições periòdicamente.
AUTORES PROSPECTIVOS
Dr. João Santos Caio Jr.
Endocrinologia – Neuroendocrinologia
CRM 20611
Dra. Henriqueta V. Caio
Endocrinologia – Medicina Interna
CRM 28930
Como Saber Mais:
1.Antes da mulher engravidar é importante a execução de exames preventivos para se verificar problemas endócrinos…
http://deficienciahormonal.blogspot.com
2.Gestantes com diabetes gestacional e as hipotireoidianas precisam de controle periódico…
http://hipotireoidismosubclinico2.blogspot.com
3.A síndrome metabólica compromete o sistema cardiovascular…
http://metabolicasindrome.blogspot.com 
AUTORIZADO O USO DOS DIREITOS AUTORAIS COM CITAÇÃO
DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA.
Referências Bibliográficas:
M.Betti, G.Ceccatelli,F.Belcari,F.Moscuzza, A.Cuttano,M.Vuerich, A.Boldrini,P.GhirriDivisão de Neonatologia e Unidade de Terapia Intensiva Neonatal, Hospital S.Chiara, Universidade de Pisa, Pisa, Itália 02 de junho de 2010. (Doi: 10.3109/09513590.2010.487618). 
Contato:
Fones: 55 (11) 5087-4404 ou 6197-0305
Nextel: 55 (11) 7717-1257
ID:111*101625
Rua Estela, 515 – Bloco D – 12º andar – Conj 121/122
Paraiso – São Paulo – SP – Cep 04011-002
e-mails: drcaio@vanderhaagenbrasil.com
drahenriqueta@vanderhaagenbrasil.com
vanderhaagen@vanderhaagenbrasil.com 
Site Clinicas Caio
http://drcaiojr.site.med.br/
http://dracaio.site.med.br/
Site Van Der Haagen Brazil
www.vanderhaagenbrazil.com.br
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ENDOCRINOLOGIA–NEUROENDOCRINOLOGIA: DIABETES-NA DISFUNÇÃO ERÉTIL EM HOMENS DIABÉTICOS, HÁ UM AUMENTO DO RISCO DE DOENÇAS CARDIOVASCULARES, DOENÇA CORONARIANA, E ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL (AVC).

Os homens diabéticos com disfunção erétil podem estar preocupados sobre o que não está acontecendo sob os lençóis, mas um novo estudo sugere que eles deveriam estar mais preocupados com os riscos de doença cardiovascular, doença coronariana e acidente vascular cerebral (AVC), sendo que, o risco de doença cardiovascular em quem tem disfunção erétil é 19% maior do que o indivíduo normal, o risco de doença coronariana é 35% maior e o acidente vascular cerebral é 36% maior.
Para a mesma quantidade de aterosclerose, a disfunção erétil pode preceder um evento cardiovascular.
“Embora os fatores de risco clássicos para doença cardiovascular, como, tabagismo, pressão arterial elevada, bom-colesterol (HDL) baixo, mal-colesterol (LDL) elevado e colesterol total elevado tiveram pouco impacto sobre a magnitude destes problemas, sendo que uma marcada atenuação foi evidente quando outras variáveis, tais como, doenças pré-existentes, medicação de uso contínuo e angústia, foram acrescentados “, segundo Dr. David Batty G (Conselho de Pesquisa Médica, na Escócia Glasgow) e colegas – edição de novembro de 2010 – Journal da American College of Cardiology “Contudo, o significado de níveis convencionais era tipicamente mantido”. 
Inicialmente, pensava-se que a as causas da disfunção erétil eram mais um resultado de fatores psicológicos ou neuropáticos, atualmente acredita-se que a etiologia da disfunção erétil é predominantemente vascular. 
Muitos dos fatores de risco para disfunção erétil são os mesmos para doenças cardiovasculares. Além disso, a disfunção erétil está associada a um risco aumentado na clínica, de complicações cardiovasculares.                                                                                                  
Foi feita uma avaliação da associação entre disfunção erétil e eventos clínicos cardiovasculares com um grupo de homens diabéticos tipo 2 com idades entre 55 e 88 anos. Após cinco anos de acompanhamento, os indivíduos com disfunção erétil no início da avaliação, responderam um questionário médico para avaliar a evolução, e o que se viu foi que aumentou muito o número de indivíduos com disfunção erétil, que apresentavam risco significativamente maior de problemas cardiovasculares com êxito letal ou não. Houve uma forte tendência do aumento de risco de mortalidade por qualquer causa. A doença arterial coronariana e o acidente vascular cerebral (AVC), também foram significativamente elevados entre os indivíduos que apresentavam disfunção erétil no início da avaliação.
Uma avaliação orientada para uma explicação para o possível aumento de risco de problemas cardiovasculares, coronarianos e acidente vascular cerebral (AVC), Batty e colegas salientam que o pênis é um órgão “amplamente vascularizado,”e que” as ereções são, em grande medida, eventos vasculares “. 
Além disso, as artérias do pênis são menores do que as coronárias e as artérias carótidas (ficam nas laterais do pescoço) com cerca de 1 a 2 mm para as artérias no pênis, comparado-se com 3 a 4 mm para as artérias coronárias e de 5 a 7 milímetros para as artérias carótidas. “Para a mesma quantidade de aterosclerose, a disfunção erétil pode preceder uma evento vascular similar no coração”. 
Conclui-se que, em vez de ter um efeito direto e independente na doença cardiovascular, é mais provável que a disfunção erétil seja um marcador de risco de doença cardiovascular. 
AUTORES PROSPECTIVOS
Dr. João Santos Caio Jr.
Endocrinologia – Neuroendocrinologia
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1.A aterosclerose como ocorre em todo o organismo compromete a função erétil…
 http://impotenciacontrolada.blogspot.com              
2.É mais provável que a disfunção erétil seja um marcador de risco de doença cardiovascular…
http://colesteroltriglicerides.blogspot.com
3.As ereções são, em grande medida, eventos vasculares…
http://diabetesmellitustipo2cia.blogspot.com
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Dr. David Batty G (Conselho de Pesquisa Médica, na Escócia Glasgow) e colegas – edição de novembro de 2010 – Journal da American College of Cardiology. 
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ENDOCRINOLOGIA–NEUROENDOCRINOLOGIA: ESTUDOS RECENTES DEMONSTRAM QUE MAIORES DOSES DE VITAMINA D (25-HIDROXIVITAMINA D) ESTÃO VINCULADOS AO MENOR DESENVOLVIMENTO DE DIABETES NAS PESSOAS QUE APRESENTAM ALTO RISCO PARA DIABETES.

Altos níveis de vitamina D no sangue parecem estar associados com um risco reduzido do desenvolvimento de diabetes em pessoas com alto risco para a doença. A vitamina D pode desempenhar um papel no diabetes, melhorando a secreção de insulina e melhorando a sensibilidade à insulina. A maioria das evidências se concentra em um efeito favorável nas células beta do pâncreas. Para determinar a relação entre a vitamina D e o risco de incidência do diabetes, foram analisados dados do Programa de Prevenção de Diabetes, um ensaio comparando 3 grupos de modificação intensiva do estilo de vida ou utilizando metformina com placebo (substância inócua) para a prevenção do diabetes em pacientes com pré-diabetes. O tempo médio de seguimento de 2039 pessoas foi de 3 anos e 2 meses. Os níveis plasmáticos de vitamina D foram medidos em intervalos anuais, e os indivíduos foram avaliados para a incidência do diabetes. Para esta análise, os participantes de mudanças intensivas apenas no estilo de vida e grupos placebo do Programa de Prevenção do Diabetes foram considerados. Participantes com os níveis de vitamina D no terço mais alto (concentração média, 30,1 ng / mL) tiveram uma taxa de risco de 0,74 para o desenvolvimento de diabetes, em comparação com aqueles com níveis de vitamina D no terço inferior (concentração média, 12,8 ng / mL). As descobertas também sugerem um efeito dose-dependente, para os níveis de vitamina D, a taxa de risco para incidência de diabetes foi menor 0,46, nas pessoas com maiores níveis de vitamina D (50 ng / mL ou superior) , em comparação com aqueles com os níveis mais baixos (abaixo de 12 ng / mL). Em uma análise de subgrupo por tercis de vitamina D, a associação foi similar no grupo placebo com 0,72, e o grupo de estilo de vida com 0,80. Este estudo oferece várias vantagens metodológicas sobre os estudos anteriores. A vitamina D foi avaliada várias vezes durante o acompanhamento, não apenas uma vez na linha de base, que pode não refletir a longo prazo os benefícios da vitamina D. Este estudo inclui também uma grande população clinicamente relevante de alto risco para a incidência do diabetes, com uma proporção substancial de participantes não brancos, o que melhora a validade dos resultados. No entanto, este é um estudo observacional e, portanto, ainda não poderia ser tido como certo. Seria prematuro recomendar a vitamina D especificamente para prevenção do diabetes. Este estudo prospectivo confirma que existe uma associação entre os níveis de vitamina D e o risco de incidência do diabetes, mesmo quando corrigido para o peso corporal, sem qualquer limiar absoluto de níveis séricos de 25-hidroxivitamina D. As implicações deste estudo referem-se à importância de realizar um teste randomizado controlado por placebo de vitamina D para a prevenção do diabetes tipo 2 naqueles com alto risco de incidência. Nesse ínterim, os médicos devem, pelo menos se concentrar em manter os níveis de vitamina D em indivíduos com alto risco de incidência do diabetes em torno de 20 ng / mL.
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Dr. João Santos Caio Jr.
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1. Altos níveis de vitamina D no sangue parecem estar associados com um risco reduzido do desenvolvimento de diabetes em pessoas com alto risco para a doença… 
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2. A maioria das evidências se concentra em um efeito favorável nas células beta do pâncreas… 
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3. Este estudo inclui também uma grande população clinicamente relevante de alto risco para a incidência do diabetes, com uma proporção substancial de participantes não brancos, o que melhora a validade dos resultados… 
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Referências Bibliográficas:
Anastassios G. Pittas, MD, da divisão de endocrinologia, diabetes e metabolismo na Tufts New England Medical Center, em Boston, Massachusetts, e colegas; Clifford Rosen comentador independente, MD, do Jackson Laboratory, em Bar Harbor, Maine; American Diabetes Association (ADA) 71 Sessões Científicas: Resumo 0117-OR. Apresentado 25 de junho de 2011.
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